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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Programa Carne de Primeira vai fiscalizar venda de pescados

Dando continuidade às ações do Programa Carne de Primeira, do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de Garanhuns, em conjunto com a Vigilância Sanitária, inicia, no dia 1º de julho deste ano, a fiscalização da venda de peixes, crustáceos e frutos do mar nas feiras livres do município. No último fim de semana, servidores municipais entregaram panfletos e repassaram as orientações básicas para o manuseio e comercialização dos produtos.

Só poderão ser vendidos os peixes e camarões frescos que estiverem acondicionados em caixas de isopor e misturados com gelo em quantidade suficiente para conservar o pescado. Além disso, ficará proibido o tratamento dos peixes no local de venda – a retirada das vísceras e das escamas não devem ser feitas no ambiente. Dessa forma, o peixe já deve estar limpo para ser comercializado. Os pescados que estiverem sendo comercializados de forma irregular serão apreendidos pela equipe de fiscalização.

De acordo com o secretário de Agricultura e Abastecimento, Epaminondas Borges Filho, o objetivo dessas ações é melhorar a qualidade dos pescados para os consumidores. “Na verdade estamos prosseguindo com as atividades de conscientização e melhoria nos serviços da feira. Além disso, o tratamento dos peixes nas feiras ocasiona sérios transtornos devido, principalmente, ao mal cheiro que fica no local da limpeza”, acrescentou.

Texto: Cloves Teodorico
Fotos: Secretaria de Agricultura e Abastecimento

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Projeto de Lei proíbe venda de refrigerantes a menores de 18 anos

Deputado propõe que refrigerante fique longe do alcance dos menores de 18 anos

O refrigerante não é alimento e não traz qualquer benefício à saúde. Ao contrário, dizem pesquisadores. Contribui, por exemplo, para a obesidade infantil.

Assim como as bebidas alcoólicas e os cigarros, o deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE) apresenta um projeto de lei que proíbe a venda de refrigerantes a menores de 18 anos de idade.

E vai além na determinação de afastar o “inocente” refrigerante e seus acompanhamentos doces, salgados e gordurosos das crianças e jovens.

A matéria estabelece a proibição da comercialização num perímetro de 200 metros das escolas de educação básicas do “refri”, de massas folhadas, frituras, biscoitos recheados, pipocas industrializadas, sucos artificiais, enlatados, alimentos que contenham gordura trans, balas, pirulitos e gomas de mascar.

Por perto dos estudantes, só sanduíches e sucos naturais, salgados assados, “pelo menos dois tipos de frutas”, água de coco, queijos magros, iogurtes e cereais.

Na cantinas escolares, a proibição do fornecimento de mostarda, maionese, ketchup e qualquer outro “molho calórico”. Quem desobedecer estará sujeito a penalidades.

Gonzaga Patriota segue o exemplo de outros deputados que labutam contra a indústria da obesidade. A principal tentativa no Congresso Nacional é a de tirar os refrigerantes, doces e salgados das escolas.

O deputado pernambucano inova ao propor a proibição da venda de refrigerantes a menores de 18 anos. Justifica o “radicalismo”:

Este projeto poderá ser chamado de radical por alguns, mas radical é o problema que estamos enfrentando. O açúcar deve ser colocado na categoria semelhante ao álcool e ao fumo, pois é tão viciante quanto aqueles produtos. O refrigerante não traz nenhum benefício à saúde. É totalmente dispensável. Se os pais quiserem dar refrigerantes para os seus filhos, que comprem. E façam isso com controle.

Fonte: Blog do Deputado Federal