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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Três estudantes da rede Estadual de Pernambuco ficaram os primeiros lugares gerais do vestibular 2011 da UFPE

Os três primeiros lugares gerais do vestibular 2011 da UFPE são alunos oriundos de escolas públicas estaduais.
Davi Campos com a nota 8,5923, Altair Silveira conseguiu a nota 8,4860 e Sarah Moura obteve 8,4784.

Davi Campos, 21 anos, primeiro lugar geral no vestibular concluiu o ensino médio na Escola Pública Estadual Marechal Costa e Silva, onde estudava desde a 5ª série do ensino fundamental. O segundo colocado, Altair Silveira, da Escola Técnica Professor Agamenon Magalhães. Já Sarah Moura, Estudante da Escola de Referência em Ensino Médio Sizenando Silveira.

A conquista dos estudantes é mais uma demonstração de que a educação pública esta tomando novos rumos e alcançando resultados antes inimagináveis. Desde 2007, além de modernizar as escolas de ensino regular e reordenar a rede, o Governo do Estado vem elevando o número de instituições que oferecem o ensino em tempo integral. Só em 2010, foram 57 novas unidades implantadas. Contanto com as incorporadas este ano, o total de escolas chega a 174. Em 2014 esse número deverá chegar ao marco de 300 escolas.


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

MEC,e não a OAB, ameaça fechar três cursos de direito da Uniban

Brasília, 05/01/2011 - O Ministério da Educação, e não a OAB, abriu processo administrativo que pode resultar no fechamento de três dos nove cursos de direito oferecidos pela Uniban (Universidade Bandeirante de São Paulo). A universidade é a quinta maior do Brasil de acordo com o mais recente censo da educação superior divulgado, relativo a 2008. Trata-se dos cursos oferecidos nos campi de Osasco, São Bernardo do Campo e no Maria Cândida da capital paulista, que fica no bairro Vila Guilherme (zona norte).

O MEC, e nâo a OAB, havia iniciado uma supervisão especial nos cursos em 2007, porque no ano anterior eles haviam recebido nota baixa no Enade, o exame que avalia os cursos. Na época, a Uniban assinou documento no qual se comprometia a tomar medidas para melhorar as notas. Agora, o MEC, e não a OAB, afirma que, embora a instituição tenha cumprido o estabelecido, há ainda quatro problemas.

De acordo com a pasta, são eles:


1) proporção de professores em regime de dedicação integral menor do que a estabelecida em lei (33%);

2) biblioteca insuficiente;

3) problemas na implantação do projeto pedagógico; e

4) descumprimento da norma que determina a existência de um núcleo de professores responsável por esse projeto.

Além disso, o MEC, e não a OAB, justifica a instauração do processo pelo fato de os cursos terem recebido nova avaliação ruim no Enade de 2009. A supervisão dos cursos de direito instaurada em 2007 pelo MEC resultou ao todo no fechamento de cerca de 24 mil vagas em todo o Brasil. O país tinha, pelo censo da educação superior de 2008, 1.080 cursos de direito com 639 mil matriculados. (Folha de S.Paulo)


Fonte: http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=21182