quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Mulher de 92 anos deu à luz a um bebê com mais de 60 anos

Isso pode soar um pouco estranho, mas o caso ocorreu e foi registrado na China com a dona Huang Yijun, no sul do país. Em sua barriga, o feto tornou-se um litopédio – em outras palavras, um “bebê de pedra”, literalmente.

Este é um fenômeno extremamente raro que ocorre quando existe uma grave falha durante a gravidez e o feto começa um processo de calcificação.

De acordo com o Dra. Natalie Burger, endocrinologista e especialista em fertilidade do Texas Fertility Center, tudo começa quando o óvulo fertilizado fica preso em seu caminho para o útero, então, ele se desenvolve fora dele.

“Normalmente, uma gravidez ectópica vai significar a ocorrência de uma gravidez tubária, mas em poucos casos a gravidez realmente ocorre dentro da cavidade abdominal – por exemplo, no meio do intestino, ovário ou até mesmo na aorta. Estes últimos casos são muito mais raros, e podem ser perigosos”.

Quando uma gravidez fora do útero ocorre, em geral, os médicos costumam orientar que as pacientes interrompam a gravidez, pelo grande risco que elas correm. Muitos fetos não chegam ao desenvolvimento completo e morrem por falta de suprimento de sangue.

Em outros casos, o feto se desenvolve até um certo tamanho, e se torna grande demais para ser absorvido pelo próprio organismo. O feto e a bolsa amniótica começam a, lentamente, se calcificarem, transformando-se em uma verdadeira pedra. Isso ocorre porque o organismo quer proteger o corpo da mulher de uma infecção provocada pelo apodrecimento na decomposição. Como o corpo da mãe não reconhece aquela massa endurecida como “estrangeira”, complicações não ocorrem e ele pode, basicamente, ficar no local depositado por toda a vida.

Bebês de pedra são extremamente raros e existem até mitologia em torno deles. Um artigo publicado em 1996 no Journal of the Royal Society of Medicine, mostrou que apenas 290 casos de litopédio foram documentados pela literatura médica mundial. Aparentemente, o primeiro caso ocorreu em com uma mulher francesa chamada Madama Colombe Chatri, de 68 anos. O fato só foi descoberto após sua morte em 1582 quando os médicos realizaram uma autópsia. Ela sentia fortes dores e seu abdômen era duro. Ela carregava um bebê de pedra por mais de 28 anos.
A médica foi questionada: Como uma mulher pode carregar um bebê de pedra por décadas e não perceber que algo está errado? A Dra. Natalie Burger respondeu que as mulheres simplesmente pensam que perderam a gravidez e não pensam que algo tão raro pode ter ocorrido.

Em muitos casos, a falta de dinheiro e de recursos de saúde pública em alguns países, faz com que as pessoas não procurem ajuda médica pelos enormes custos financeiros.



Fonte: Jornal Ciencia

I Concurso de Redação de Lajedo resgata as raízes históricas e culturais do município.


Foi realizado na última sexta-feira, 29 de novembro, a premiação do primeiro Concurso de Redação do município de Lajedo. O tema para a produção dos gêneros textuais, “Lajedo, epopeia de amor”, foi pensando com o intuito de resgatar as raízes históricas da cidade.

O concurso envolveu toda a rede municipal de ensino. Cerca de 10.500 alunos participaram, entre eles, alunos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental, do EJA e dos programas “Se liga” e “Acelera”.

As atividades ocorreram em três etapas e a última teve a coordenação dos técnicos da Secretaria Municipal de Educação que escolheram as produções de cada gênero.

As premiações foram as seguintes: os alunos que ficaram em 1º lugar nas suas respectivas “categorias” ganharam cada um, um Tablet. Para os alunos que ficaram em 2º lugar, um aparelho de DVD e para os 3º colocados, um celular. Tendo um total de 13 tablets de última geração, 13 aparelhos de DVD e 13 celulares.


Segue a relação dos ganhadores:

Do ensino infantil, com o gênero Pintura, a 1ª colocada foi a aluna Alyce Santos Souza do Colégio Municipal José Ferreira dos Prazeres. Em 2º lugar, Maria Sabrina Clemente Souza, da Escola Municipal José Braga da Silva e em 3º lugar, Kaline Kaylane da Escola Henrique Dias.

Os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental, com o gênero Parlenda: em 1º, 2º e 3º lugar os ganhadores foram, respectivamente, os alunos: João Gabriel dos Santos Silva da Escola Zélia Moura, Joyce Kauany Silva Melo da Escola José Nonato e Jaciele da Silva Santos da Escola Dom Expedito.

Alunos do 2º ano com o gênero textual Poema: Em 1º lugar levou o Tablet, a aluna Sallyta Tuame Feitoza, do Colégio Municipal José Ferreira dos Prazeres; em 2º lugar, ganhou o aparelho de DVD, a aluna Maria Gabriela Medeiros dos Santos da Escola Municipal José Braga da Silva e em 3º lugar, o aluno que ganhou o celular foi o Ediclécio Gonçalves da Silva da Escola Pedro Gonçalves de Melo.

No gênero Conto os ganhadores foram os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental. Em 1º lugar, Karla da Silva Filho do Colégio Normal; em 2º lugar Larissa de Oliveira da Escola Clementino Lima e em 3º lugar, Graziele Simões da Silva da Escola José Paulo Barbosa.

O 4º ano foi responsável por produzir o gênero textual Fábula. Quem ganhou em 1º lugar foi o Erick da Silva Braga, aluno da Escola Manoel Marcelino; em 2º lugar, Emmylly Veroty Vitalino dos Santos do Colégio Normal e Maria Beatriz dos Santos Oliveira da Escola Dom Expedito Lopes, em 3º lugar.

O 5º ano do Ensino Fundamental ficou com as Histórias em Quadrinhos: Em 1º lugar, a aluna Vanessa Vitória dos Santos Silva da Escola Zélia Moura; em 2º, a Yzamara Vitória da Escola Irene Leão e em 3º lugar, a estudante Thamires da Escola Frei Fernando Rossi.

Já o 6º ano foi responsável por produzir o gênero música: Em 1º lugar, da Escola Irene Leão, quem levou o Tablet foi a aluna Katarina Ferreira da Silva; em 2º lugar, Cláudio Henrique Leite dos Santos, aluno do colégio Normal e Samira Feitosa da Silva, em 3º lugar, da Escola José Nonato.

O 7º ano produziu o gênero textual Notícia e quem ficou com o 1º lugar foi Larissa Moraes do Nascimento da Escola Zélia Moura; em 2º lugar Elino Duarte da Silva Filho do Colégio Normal e em 3º lugar da Escola Irene Leão o estudante Acácio de Oliveira Silva.

O 8º ano produziu o gênero Anúncio Publicitário: Em 1º lugar o aluno Lucivânio da Escola Irene Leão; em 2º, Maria Jéssica da Silva da Escola Zélia Moura e em 3º lugar, a aluna Ariane da Escola Henrique Dias.

Peça Vencedora.


O 9º ano do Ensino Fundamental ficou com o gênero Crônica e em 1º lugar ganhou a aluna Jéssica Rayany da Silva Sobral da Escola Zélia Moura; o estudante Dévison Félix Cadete da Escola Irene Leão ficou em 2º lugar e em 3º lugar, Victória de Lima Ribeiro do Colégio Normal.

O EJA da 1ª e 2ª fase ficou responsável por produzir o gênero Carta Pessoal. Em 1º lugar ficou o José Zenildo dos Santos da Escola José Paulo Barbosa; em 2º, o aluno Valdevan de Freitas Santos do Anexo do Sítio Serrote; em 3º lugar o aluno Ricardo da Escola Manoel Laurindo de Souza.

Também com a Carta Pessoal, o Projeto Se Liga. Em 1º lugar quem ganhou foi o Renan Silva do Colégio Normal, em 2º lugar, Tiago Domingos da Silva da Escola Dom Expedito Lopes e em 3º lugar a aluna Maria Iara Gomes da Silva da Escola Irene Leão.

Anúncio Vencedor

O Projeto Acelera também produziu o gênero de Carta Pessoal e os ganhadores do 1º, 2º e 3º lugar foram, respectivamente, os alunos (todos do Colégio Normal): Lucimaria Pereira da Silva, Douglas Mateus da Silva Oliveira e Walison da Silva Sobral.

O primeiro Concurso de Redação do município foi um sucesso graças ao empenho dos professores e coordenadores que ajudaram a escolher as melhores produções desses alunos. A Prefeitura de Lajedo parabeniza a todos que participaram.

O que você faria se soubesse que a sua fatura de telefone é de R$ 144 mil?

Todos sabemos que as operadoras de telefonia estão no topo do ranking das reclamações nos órgãos de defesa do consumidor. Cobranças indevidas são as queixas mais frequentes que representa 70% das quixas já no ranking da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), esse tipo queixa dos consumidores também está em primeiro lugar e equivale a 25% dos registros. 

Mas a Claro levou esse erro a um nível nunca vista antes no Brasil. Em Campo Grande, um cliente recebeu uma fatura de celular de mais de R$ 144 mil por ligações. O cliente alega que nunca fez ligações para o exterior. A cobrança é referente a quatro linhas, sendo três delas o cliente nunca usou. No detalhamento da conta ha registros de ligações para a Argentina.

Os problemas com a operadora começaram em setembro, quando começaram a se cobrados valores acima da média de consumo. A conta, que costumava variar de R$ 300 a R$ 500, passou para R$ 800. Recentemente um cliente teve o nome trocado na fatura o cliente foi chamado de Otário Chorão. 

A questão é que as operadores de Celulares bem como as de TVs por assinatura não se sentem intimidados com os PROCONS nem coma a ANATEL já que as multas são sempre questionadas e quase nunca são pagas, de acordo com levantamento feito pela Transparência Brasil da conta que mais de R$300 milhões em muta estão suspensa por liminares, ou seja, a cada R$100 em multa R$1 é efetivamente pago após 4 anos de processo. Por outro lado os Juizados Especiais Cíveis e de Relação de Consumo  dão preferencia ao Enriquecimento ilícito, que é praticado pelas operadoras, do que o Enriquecimento sem causa, alegado pelas Operadoras nos processos. Associado a isto está a capacidade limitada dos Juízes em condenar as empresas, que cometem esses erros recorrentes, a uma indenização utilíssima em caráter pedagógico ao invés premia as operadoras a uma indenização ridícula.  

A Anatel recomenda que as operadoras suspendam as cobranças contestadas por clientes e evitem o corte da linha enquanto o problema não for resolvido, o que não é feito. O telefone da central de atendimento da Anatel é 1331, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas.